É comum encontrarmos algumas campanhas onde toda a parte visual estava inpecavel porém o texto estava um lixo, o inverso também acontece. Existem campanhas que não precisam de nenhum desenho ou foto, apenas um texto bem escrito já consegue te convencer que aquele produto era tudo que você estava procurando.
Mas então, se o texto tem tanta importancia assim, como eu faço para escrever bem um desse e ganhar muitos premios?
A resposta é muito simples, basta você encaminhar um SMS para 4922 respondendo "Qual é a agencia de propaganda que é um pleonasmo?" Brincadeiras a parte vamos falar sério agora.
Para se escrever bem, primeiro de tudo é necessário ler bem, ou seja, leia bastante livros, revistas, jornais, blogs, enfim tudo que estiver ao seu alcance, assim você saberá como escrever a mesma coisa em vários veículos diferentes.
Use palavras simples. Nada desse negócio de querer ganhar o Prêmio Nobel de literatura com um anúncio. Embora devamos respeitar a inteligência do seu consumidor, temos a obrigação de lembrar sempre que a simplicidade, no caso, é a mãe dos resultados. Lembre-se que estamos lidando com milhões de pessoas, isso significa que são milhões de vocabulários e bagagens culturais.
Devo usar textos curtos ou longos? Tudo vai depender do publico que você quer alcançar e, logicamente, do veículo que você está utilizando. Lembre-se sempre de que um anúncio não é só texto e não é só figura os dois devem estar em harmonia, ninguém gosta de um anúncio colorido cheio de movimento com um texto gigante...procure sempre um equilibrio, por isso que vocês trabalham em dupla 1 criador e 1 redator.
E se eu estiver escrevendo um informativo? Em um informativo, como o proprio nome já sugere, a sua função é informar. Procure informar algo que seja relevante, aquilo que seu produto faz além da concorrência. Todo mundo sabe que sabão em pó lava a roupa, deixa ela mais branca, macia e com cheirinho de lavanda, diga algo diferente, algo que vá além do basico e, se possível, explique como seu novo produto funciona. Benefícios e promessas devem estar claramente estampados lá no anúncio. Nada de rodeios, e nada de presumir que o consumidor vai entender suas intenções geniais, porém ocultas. Clareza e conteúdo na informação é metade do sucesso garantido!
Fonte: Propaganda é isso ai





























Bom tivemos a criação de um cartão de visitas da 








No ano passado, o Ibope Inteligência e a Troiano, empresa de pesquisa e consultoria de marca dirigida por Jaime Troiano, ensaiaram uma aproximaçao que resultou em um estudo conjunto sobre a relaçao de confiança dos brasileiros de classe C com marcas de algumas categorias, como cerveja, fast food, telefonia celular e serviços financeiros. Agora em 2009 o namoro ficou mais sério e descambou numa aliança estratégica, que na prática significa oferecer ao mercado um produto de prateleira chamado ICM - Índice de Confiança em Marcas. O trabalho de campo, que entrevistou 390 meninos e meninas, entre 15 e 19 anos, das classes A, B e C, foi feito no mês passado. Os resultados mostraram que nada menos que 89% desses jovens praticam algum esporte. Se você pensou que o futebol ficou em primeiro lugar, errou - a maior parte deles (43%) pratica caminhadas. O velho esporte bretao ficou em 2o lugar, sendo disputado por cerca de 1/3 dos entrevistados. É claro que sao as moças as culpadas por esse resultado - depois de caminhadas, elas preferem dança, nataçao, vôlei e corridas. Já os rapazes gostam mesmo de correr atrás de uma bola - 52% praticam futebol e 39% futsal. Na sequência, vêm caminhada, corrida e nataçao. Os adolescentes brasileiros gastam em média de 1 a 2 horas por dia fazendo esportes. Na divisao do tempo dessa garotada, a prática esportiva perde para dormir, acessar a web, estudar, escutar música e ver TV. Tanto para meninos quanto para meninas, a maior referência no setor ainda é Ayrton Senna - prova de que, independentemente da geraçao, nossos ídolos ainda sao os mesmos. Para falar com esses consumidores, a internet é o meio mais eficaz - 60% deles se informam sobre as marcas pela web, contra apenas 20% que fazem isso através da TV aberta. Prova da força da internet é que se tivessem que levar apenas um meio de comunicaçao para uma ilha deserta, 61% carregariam um computador. Nesse cenário, é natural que a maioria forme opiniao sobre determinada marca ou produto a partir do site da empresa ou do testemunho de outros consumidores. As marcas esportivas que detém maior índice de confiança entre os nossos jovens são Nike e Adidas, empatadas com 58 pontos (numa escala de 0 a 100). Em um 2o patamar estão a brasileira Olympikus, Puma e Reebok. Mizuno, Fila e Topper ocupam a terceira fila nesse grid de confiança.











